18 de mai de 2011

O bife nosso de cada dia

Como são mortos os bovinos?

Mesmo hoje em dia, o processo de abate permanece primitivo e violento. Animais entram no abatedouro um a um. Os criadores mais bem aparelhados, usam um revólver pneumático atordoador, mas, é muito comum a marretada na cabeça, nem sempre certeira. Quando é chegada a hora do abate, os animais, em geral, são forçados a entrar num corredor estreito. Desesperam-se, tentando fugir de todas as formas, viram-se de um lado para o outro, os olhos cheios de terror. Sentem o cheiro do sangue dos companheiros mortos e recusam-se a seguir adiante. Alguns, já sem força, caem; os que permanecem de pé são forçados a prosseguir, tangidos a choques elétricos. Ao final do percurso, um por um, são contidos em pequenos boxes e covardemente massacrados: recebem marretadas, tantas quantas forem necessárias, até que tombem. Os golpes lhes causam mutilações nos chifres, olhos e focinho. São então suspensos – alguns às vezes ainda vivos – por uma das patas traseiras; seus músculos se rompem em virtude do grande peso de seus corpos. Operários com longas facas cortam a garganta de cada animal, na veia jugular e carótida, deixando-o sangrar até a morte, pendurado de cabeça para baixo. No Brasil, este procedimento é comumente empregado no abate de bovinos. Porcos, cabras, ovelhas, aves e outros animais são igualmente abatidos com idêntica brutalidade, mas sem o uso do atordoamento.
Propaganda enganosa: A McDonald´s, rede mundial de hamburgers, gasta milhões de dólares em campanhas de propaganda direcionada a crianças e jovens, tentando mostrar que seu produto é bom. Criaram até um palhaço chamado Ronald McDonald´s. Nos anúncios, ele mostra que os hamburgers nascem como frutas e crescem em pacotes. Esse personagem era interpretado por Jeff Juliano que, ao inteirar-se da forma como o gado vive e é assassinado, abandonou o emprego milionário e tornou-se vegetariano.

3 comentários:

Mimirabolante disse...

Nossa !!!!!!

Art by Lu disse...

Triste, não?
A maioria das pessoas não param pra pensar nisso, pois se pararem, terão que tomar uma atitude: ou mudam, saem de suas "zonas de conforto" e rompem com valores ditos saudáveis pela sociedade em geral OU continuam a viver alienadas no "fantástico mundinho de Bob".
Eu tomei minha decisão há quase 10 anos, vou muito bem sem contribuir com a carnificina, rs.

Abraços = )

Lana Jr. disse...

Uma cultura vegetariana é, antes de tudo, mais ética. Não preciso tirar a vida de um outro ser para me alimentar. Ainda mais com esse tipo de atitude. Fato!